Entre vícios.
Na palavra que sai do olhar fica a certeza do não saber.
Que, sentido, já foi e basta.
Mesmo assim segue o vento ao, de novo, pior do que se é.
Dois pulmões não me bastam para desmanchar-me por cinzas acesas pelas descobertas fracassadas do eu em ser.
Descuidado entrego a boca ao paladar amargo do círculo em brasas, que me leva ao fim do que não é novo.
Sinto as dores, da falta de cores, quando imagino do dentro o que coloco de fora.
Brasa, cinzas e pó, a receita ansiosa da solidão de quem não vive só em si.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
drãgramaticareflexaação....
Em tempo. Ja passa da hora de mudar, nada de rimas, apenas suspiros ao ventilador.
Não se mexa com chis e vera o acento que te espera. Na cama dospital soletro trinta e três em vezes. Será esse meu dia? Assim! Nú acento!
Não se mexa com chis e vera o acento que te espera. Na cama dospital soletro trinta e três em vezes. Será esse meu dia? Assim! Nú acento!
sexta-feira, 25 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
nu retrato.
Cercado de inspiração para esconder a verdade do tu em mim.
O pesar confortante usado de maneira obscena sem a menor vergonha de ver na lata o reflexo do que ja fui. Sem luz, apenas refração.
O pesar confortante usado de maneira obscena sem a menor vergonha de ver na lata o reflexo do que ja fui. Sem luz, apenas refração.
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