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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

afago e detergente

Veja você a alva e materna delicadeza. De punhos fechados para não arranhar.

nu retrato.

Cercado de inspiração para esconder a verdade do tu em mim.
O pesar confortante usado de maneira obscena sem a menor vergonha de ver na lata o reflexo do que ja fui. Sem luz, apenas refração.

par e ar

Só e numa palavra.
Monossilábica.
Difícil é respirar ao mesmo tempo, juntos.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Borboleta sem cores.

Observando suas asas, mariposa, imagino como seria se soubesses voar.
Não há ouvidos em surdez de dor.
Da grama a ética. Ordem para regar aorta que alimenta esse corpo em acento sem correção será enfim preciso por ponto a final.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Qual é o seu amor? Realizador dos seus sonhos em matéria concreta com duas demãos de tinta na cor salmão? Fora de moda né! Melhor texturização. Agora sim mudou tudo. Deixe pra quem não tem objetivos as objeções. Não estamos aqui pra inventar nada. Deixe de ser bobo menino castelos de areia são fáceis de derrubar. Mas bem que você podia me ensinar como se faz. Sem compromisso vai!