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sexta-feira, 25 de março de 2011

...finalmente a serviço do serviço de ser visto sem ter de ter o visto.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Cor.Cor.Cor que me faz rubro,aos berros eu preciso, para que num fim não precise. Não se trata de cores, arco iris escondem as marcas da chuva. Falo de cor. Da cor. Que se sente, do contorno adentro. Cor que traz a borracha da coragem para por um fim numa história em preto e branco.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

afago e detergente

Veja você a alva e materna delicadeza. De punhos fechados para não arranhar.

nu retrato.

Cercado de inspiração para esconder a verdade do tu em mim.
O pesar confortante usado de maneira obscena sem a menor vergonha de ver na lata o reflexo do que ja fui. Sem luz, apenas refração.

par e ar

Só e numa palavra.
Monossilábica.
Difícil é respirar ao mesmo tempo, juntos.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Borboleta sem cores.

Observando suas asas, mariposa, imagino como seria se soubesses voar.
Não há ouvidos em surdez de dor.